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Alessandro Lo-Bianco - O local oferece uma vida natural totalmente nova para aqueles que querem estar em harmonia consigo mesmo, com  a natureza, com os animais e o planeta. Esta é a reivindicação de viver em uma ecovila no norte de Portugal. A proposta é formar uma ecoaldeia com ensino gratuito para indivíduos e famílias vegetarianas.

Para quem já foi, a jornada se move em harmonia com a natureza, sonhos e o principal: persistência. A comunidade diz que está aberta a todos que, de alguma forma, ativem seus sentidos para pensamentos e ações em frequência com os demais. 
A nova comunidade nasce no norte de Portugal em 120 mil metros quadrados de terrenos com quatro edifícios de médio porte, um grande e duas pequenas ruína ruínas duma antiga casa de moinhos, além de um velho celeiro de 1860. No local também há um bonito rio de águas claras que formam piscinas para banho com pedras e árvores de grande porte.
Há muitas árvores e o espaço parece sereno  e próprio para meditação e silêncio. As terras estão em declive numa área montanhosa e tem espaços planos (terraços) para pomares com água natural durante todo o ano: São cinco fontes de água dentro da propriedade, que recebe um terço da água do rio através dos antigos canais que transportavam água do rio para as fábricas da antiga fazenda, que fica a 1.200 metros acima do nível do mar. O local fica a 10 minutos a pé da aldeia mais próxima, e a 20 minutos de carro da população maior (Cabeceiras de Basto). O clima é bom na região. Não é um local chuvoso ou frio. Nos últimos dez anos, aconteceu apenas uma geada.




Segundo o espaço, o conceito do lugar é baseado em produção de alimentos auto-friendly, com muita espiritualidade, ecologia e educação gratuita. O trabalho é coletivo e as decisões são tomadas por consenso. Todos vivem em um espaço íntimo (casa) ou em espaços comunitários compartilhados. As atividades como construções e plantio de pomares e etc está baseado nos princípios de design da permacultura.
Os novos moradores fizeram no local hortas comunitárias, tanto para atender alimentos que fazem parte das necessidades diárias dos moradores como cíclico (cereais, óleo, frutas, legumes, etc.) O objectivo é cada vez mais aumentar a produção de alimentos suficientes para as necessidades dos grupos.
Também foi organizado no local edifícios da comunidade para todas atividades comunitárias do trabalho diário (oficina de reparação e padaria, sala de cinema, sala de jantar comum, cursos e oficinas, espaços de meditação, escola, espaços para presente, troca ou venda de produtos comunitários e de reuniões).


EDUCAÇÃO
A própria comunidade assume a educação das crianças e jovens. A educação é gratuita e compartilhada e as crianças aprendem, desde cedo, uma metodologia de crescimento a partir do respeito ao tempo para o desenvolvimento individual e suas reais necessidades com atenção voltada à autoestima da criança. 
Mas não pensem que é fácil viver em harmonia com esses valores. Para dar certo, a comunidade baniu televisão ou jogos competitivos. Mas tudo com muito teatro, jogos diferentes, danças, rituais, atividades em espaços criativos de arte e leitura.


Todo o comércio realizado na ecovila pelos integrantes é planejado e cada pessoa em sua casa ou espaços criados para essas atividades podem criar qualquer tipo de produto ou atividade para comercializar fora da ecovila. Todas as pessoas que vivem na aldeia passam um tempo de 15 horas em trabalho comunitário. Dentro ou fora do projeto pode-se montar qualquer tipo de comunidade, econômica ou não, para diversos fins, como atividades de troca ou doação, Todos decidem como obter uma recreação, benefício econômico cultural, sabedoria, etc. 


O princípio da ajuda é um dos mais fortes no lugar, ou seja, ajudar uns aos outros para tornar a vida de todos mais fácil e mais divertida. Outros valores como respeito às diferenças e a sinceridade são exaltados na vila. Para integrar a comunidade, a família ou o pretendente deve estar livre de encargos financeiros, ou seja, dívidas. Segundo o grupo, esta energia deve estar desatada da vida da pessoa para que fique bem longe das necessidades íntimas e reais do local.

No campo da alimentação, a ordem é ser vegetariano, não consumir álcool e a uso de tabaco ou drogas é proibido. São permitidos apenas animais domésticos, e outros como galinhas, ovelhas, cabras e abelhas para utilização coletiva da comunidade. É assim que eles obtém ovos, lã para o vestuário, polinização de alimentos, leite para queijo, estrume para pomares, etc. Qualquer outro pet, o conjunto irá decidir se ele poderá ser incorporado ou não a aldeia eco. Em a todo o espaço da ecovila as ações  priorizam o respeito pela natureza como não matar e não maltratar animais. Por fim, a aldeia está extremamente relacionada ao meio ambiente, interagindo e agindo sobre ele. 
O convite é direcionado às famílias que amam a natureza e que desejam reduzir o fardo das necessidades criadas, mas desnecessárias. O objetivo é viver principalmente se adaptando ao que a natureza oferece (respeitando a vida animal) minimizando a nossa dependência pelo dinheiro.
Contato: ecoaldeavegetariana@gmail.com

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