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Alessandro Lo-BiancoO governador Luiz Fernando Pezão - que havia interrompido temporariamente a licença médica de uma semana para participar de uma reunião, em Brasília, com o presidente Michel Temer e ministros, para tratar de temas relevantes para o Estado, sobretudo na área de segurança pública, está de volta ao Spar para dar procedência ao tratamento e repouso. Ele deu esclarecimentos à imprensa sobre os cuidados com a saúde:

- Se eu não me cuido, não tenho como cuidar das pessoas – disse.

De acordo com o governador, ele não procurou um spar para descansar, mas "uma clínica médica".


“Eu não fui para um spa, eu me internei numa clínica médica. Eu precisava de tratamento. Eu saí de uma doença muito séria, um tumor muito forte. São oito tumores, saí do tratamento em outubro e, contrariando meus médicos, vim para a luta. E todos eles tinham pedido que eu aguardasse até fevereiro, março e eu não aceitei os conselhos médicos. Eu perdi toda a minha musculatura do corpo, não tinha força para levantar de uma cadeira, me levanto apoiando. Passei 17 semanas no Congresso Nacional e duas semanas no Senado aprovando o Plano de Recuperação."

Ainda de acordo com Pezão, ele estaria muito abalado em razão da situação dos servidores:

"Eu não sou uma pessoa demagoga, mas o que mais me faz sofrer é ver que o salário do servidor não está em dia. Eu enfrentei sindicato, enfrentei quase a metade da bancada do Rio de Janeiro que estava contra esse acordo e nós tivemos 316 votos com o nosso trabalho de formiguinha aqui, que dá mais de dois terços da Câmara Federal. Tivemos 56 votos no Senado Federal. Isso não cai do céu, não é fácil. Eu passei 19 semanas aqui, sem cuidar da minha saúde, sendo que tomo uma mão cheia de remédio de manhã e uma mão à noite. Se eu não me cuidasse, meu médico falou que eu ia morrer."

Segundo Pezão, ele tem trabalhado quase sem nenhum descanso:

"Eu cheguei a ter 304 de glicose. Se eu não me trato, eu ia morrer. Tirei cinco dias. Nesses dois anos e sete meses, tirei três dias no carnaval (de 2016) que eu fui para essa clínica me cuidar e tirei agora cinco dias, isso desde quando eu estou no governo. Em dois anos e sete meses, foram minhas duas únicas viagens, para essa clínica para tentar me recuperar e com o meu dinheiro. Da outra vez, recebi essa crítica e mandei o cheque e a nota fiscal para a revista que insinuou que eu tinha ido de graça para lá. E vocês vão ter disponível, se quiserem, a mesma nota fiscal e meu número de cheque pagando a minha internação lá. Se eu não me cuido, eu não tenho como cuidar bem das pessoas."

Segue áudio com a íntegra do pronunciamento do governador Pezão:




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